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No fim do século XIX, Portugal mantinha um extenso imperialismo colonial, apesar da concorrência das grandes potências.
Na realidade, o nosso país usava grande parte dos seus investimentos no alargamento do território.
De todos os territórios do continente africano, os mais ricos e extensos eram as colónias africanas de Angola e Moçambique.
A raça africana possuía uma vasta economia em matérias-primas e uma alargada cultura em riquezas, porém este continente seria na mesma subdesenvolvido.
A independência do Brasil fez com que surgissem projectos para um melhor aproveitamento dos diferentes mercados coloniais africanos e do seu comércio.
Realizaram-se dezenas de expansões de exploração em direcção às regiões do interior.
Das expedições mais famosas destacou-se o aclamado capitão Serpa Pinto e os oficiais governantes da Marinha Capelo e Ivens.
Como consequência da Conferência de Berlim, acabaram por entrar em choque o interesse português e as pretensões de outros países europeus, sobretudo da Alemanha e da Inglaterra.
Em 1890, os ingleses tomaram a decisão de obrigar Portugal a abandonar aquela zona (do Cairo ao Cabo) sob ameaça de um ultimato, onde existia uma grande rivalidade (antagonismo).
No ano seguinte, um tratado entre Portugal e Inglaterra fixou as fronteiras dos países civilizados: Angola e Moçambique.
No seguimento de esforço de ocupação dos territórios africanos a que se julgava com direito, Portugal elaborou um mapa (mapa cor-de-rosa) para apresentar a alguns países aliados.
A hegemonia da Inglaterra opôs-se a esse projecto de alargamento territorial e enviou a Portugal o famoso ultimato, em que fazia diversas ameaças à sua independência, a usar as suas armas contra os soldados portugueses caso estes, não se retirassem imediatamente da zona de emigração (Moçambique e Angola).
O Governo português foi obrigado a ceder, o que provocou atitudes racistas na opinião pública portuguesa.

Trabalho realizado por: Margarida, Márcia, Vera