No final do século XIX, a Europa vivia a sua hegemonia, tendo assim uma
grande capacidade económica. Essa superioridade devia-se, sobretudo, aos
diferentes mercados criados nas regiões de raça negra que nos forneciam
matérias-primas; os grandes países Europeus exploravam de forma racista as
diferentes civilizações africanas. Esta noção imperialista tornava o produto
muito rentável pois a mão de obra nesses países era excessiva e muito
barata.
Essas colónias perderam toda a sua independência á custa do domínio da visão
imperialista do governo que tomou a decisão de criar uma só cultura e
religião causando um choque, pois o estilo de vida dessas duas raças era
diferente.
Em 1885, a França, Espanha, Estados Unidos, Grã-Bretanha, Itália, Países
Baixos, Portugal, Rússia, Suécia, Noruega e Turquia fizeram um progresso
assinando um tratado que aclamava que todos os países, sempre que ocupavam
novas colónias tinham de pedir autorização aos restantes países para as
poderem povoar e explorar, fazendo investimentos rentáveis. A emigração
tornou-se obrigatória pois se não povoassem as colónias essas passariam a
ser de quem as povoasse.
A realidade de Portugal, no início do século XX, não era muito favorável
pois a concorrência dos imperialismos dos países europeus viu-se obrigado a
expandir-se juntando Angola, Moçambique e Chire alargando o sei territorio,
o obejectivo de que o seus comercio começa-se a amumentar.
Mas a Grã-bertanha não concordava com tal desisão, enviando um ultimato a
Portugal, se não abandonasse mos as terras de Chire partiriam para um
guerra.
Portugal não estava pronto para um batalh ea desigualdade era
segnificativa sem os seus exercitos reforçados viu-se obrigado a abandonar
Chire.
Jó
Bárbara



