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    <title>Hist&#243;ria's podcast</title>
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    <description>Give it a listen!</description>
    <language>en-us</language>
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    <pubDate>Sat, 07 Nov 2009 06:43:07 GMT</pubDate>
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    <itunes:author>Hist&#195;&#402;&#194;&#179;ria Nove</itunes:author>
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      <title>Podcast alunos - 9&#186; ano</title>
      <description>&lt;img src="http://historianove.podOmatic.com/mymedia/thumb/36459/0x0_660297.jpg" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;Pois &#233;!

J&#225; criaram os vossos podcast sobre o deflagrar da I e da II Guerra Mundial.
Parab&#233;ns a todos!
Aqui ficam os links:

1.   http://joaoetiago.podomatic.com

2. http://guerrasmundiais.podomatic.com

3. http://guerras.podomatic.com

4. http://nunoloic.podomatic.com

5. http://grandesguerras.podomatic.com

6. http://gmundiais.podomatic.com

7. http://www.guerrasdotempo.podomatic.com

8. http://www.twowars.podomatic.com

9. http://www.wars.podomatic.com

10. http://www.asduasgueras.podomatic.com

11. http://hhistorianove.podomatic.com</description>
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      <pubDate>Fri, 27 Oct 2006 13:55:31 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2008-03-21</dcterms:modified>
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      <dc:creator>Hist&#195;&#402;&#194;&#179;ria Nove</dc:creator>
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      <itunes:summary>Pois &#233;!

J&#225; criaram os vossos podcast sobre o deflagrar da I e da II Guerra Mundial.
Parab&#233;ns a todos!
Aqui ficam os links:

1.   http://joaoetiago.podomatic.com

2. http://guerrasmundiais.podomatic.com

3. http://guerras.podomatic.com

4. http://nunoloic.podomatic.com

5. http://grandesguerras.podomatic.com

6. http://gmundiais.podomatic.com

7. http://www.guerrasdotempo.podomatic.com

8. http://www.twowars.podomatic.com

9. http://www.wars.podomatic.com

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    <item>
      <title>Uma proposta: &amp;quot; O Imperialismo e Colonialismo modernos&amp;quot;</title>
      <description>O texto que se segue &#233; apenas uma das propostas poss&#237;veis que utiliza as palavras intrusas para a constru&#231;&#227;o de um novo texto relativo ao imperialismo e colonialismo no s&#233;culo XX.


O crescimento industrial conduziu as pot&#234;ncias europeias industriais a uma corrida pela posse de novos territ&#243;rios, onde procuravam obter: mat&#233;rias-primas mais baratas para alimentar a sua ind&#250;stria; novos mercados para onde pudessem escoar o seu produto; e novas possibilidades e investir capitais na cria&#231;&#227;o de ind&#250;strias e na constru&#231;&#227;o de infra-estruturas. Os seus investimentos visavam fomentar a expans&#227;o do com&#233;rcio.
	Foi desta forma que as pot&#234;ncias industrializadas tomaram a decis&#227;o de ocupar novos territ&#243;rios e exercer a sua influ&#234;ncia sobre outros pa&#237;ses em &#193;frica, na &#193;sia e na Am&#233;rica. A corrida pela posse de col&#243;nias teve, para al&#233;m de motiva&#231;&#245;es econ&#243;micas, outras raz&#245;es: o refor&#231;o do poder militar e estrat&#233;gico; a ideia de superioridade da ra&#231;a branca que justificava a &#8220;miss&#227;o civilizadora&#8221; dos europeus em rela&#231;&#227;o a outros povos que consideravam menos desenvolvidos, ou mesmo inferiores; e a possibilidade de, pela ocupa&#231;&#227;o dessas regi&#245;es, criar melhores condi&#231;&#245;es de vida a uma popula&#231;&#227;o europeia em crescimento, que optava pela emigra&#231;&#227;o.
	Os europeus entendiam-se civilizados e tinham uma vis&#227;o racista, porque entendiam-se superiores aos homens de ra&#231;a negra. O dom&#237;nio dos europeus em &#193;frica conduziu a profundas desigualdades sociais.  
	Nos finais do s&#233;culo XIX e in&#237;cios do s&#233;culo XX, o imperialismo europeu exerceu-se, essencialmente, em &#193;frica. Tamb&#233;m Portugal se encontrava na corrida em busca de novas &#225;reas de influ&#234;ncia. 
Com a realiza&#231;&#227;o da Confer&#234;ncia de Berlim (1884/1885) onde ficou decidido o novo direito colonial, segundo o qual a ocupa&#231;&#227;o efectiva de um territ&#243;rio substitu&#237;a o direito hist&#243;rico de descoberta, Portugal procurou formas de defender estas col&#243;nias, dado ter em 1822, perdido a col&#243;nia do Brasil. Assim, foram realizadas expedi&#231;&#245;es de explora&#231;&#227;o do interior de &#193;frica e em 18901 a Sociedade Portuguesa de Geografia apresenta o chamado mapa cor-de-rosa, ligando Angola a Mo&#231;ambique. 
A Inglaterra reage pois interessava-lhe aquela zona central &#8211; Chire &#8211; livre para passar do Cairo ao Cabo (col&#243;nias inglesas). Desta feita, a Inglaterra envia um Ultimato a Portugal obrigando-o a retirar as suas tropas das regi&#245;es do Chire, vendo-se obrigado a ceder pois n&#227;o podia tinha condi&#231;&#245;es de entrar em guerra com Inglaterra.


Professora S&#243;nia Cruz</description>
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      <pubDate>Sun, 24 Sep 2006 19:08:54 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2008-04-13</dcterms:modified>
      <dcterms:created>2006-09-24</dcterms:created>
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      <itunes:summary>O texto que se segue &#233; apenas uma das propostas poss&#237;veis que utiliza as palavras intrusas para a constru&#231;&#227;o de um novo texto relativo ao imperialismo e colonialismo no s&#233;culo XX.


O crescimento industrial conduziu as pot&#234;ncias europeias industriais a uma corrida pela posse de novos territ&#243;rios, onde procuravam obter: mat&#233;rias-primas mais baratas para alimentar a sua ind&#250;stria; novos mercados para onde pudessem escoar o seu produto; e novas possibilidades e investir capitais na cria&#231;&#227;o de ind&#250;strias e na constru&#231;&#227;o de infra-estruturas. Os seus investimentos visavam fomentar a expans&#227;o do com&#233;rcio.
	Foi desta forma que as pot&#234;ncias industrializadas tomaram a decis&#227;o de ocupar novos territ&#243;rios e exercer a sua influ&#234;ncia sobre outros pa&#237;ses em &#193;frica, na &#193;sia e na Am&#233;rica. A corrida pela posse de col&#243;nias teve, para al&#233;m de motiva&#231;&#245;es econ&#243;micas, outras raz&#245;es: o refor&#231;o do poder militar e estrat&#233;gico; a ideia de superioridade da ra&#231;a branca que justificava a &#8220;miss&#227;o civilizadora&#8221; dos europeus em rela&#231;&#227;o a outros povos que consideravam menos desenvolvidos, ou mesmo inferiores; e a possibilidade de, pela ocupa&#231;&#227;o dessas regi&#245;es, criar melhores condi&#231;&#245;es de vida a uma popula&#231;&#227;o europeia em crescimento, que optava pela emigra&#231;&#227;o.
	Os europeus entendiam-se civilizados e tinham uma vis&#227;o racista, porque entendiam-se superiores aos homens de ra&#231;a negra. O dom&#237;nio dos europeus em &#193;frica conduziu a profundas desigualdades sociais.  
	Nos finais do s&#233;culo XIX e in&#237;cios do s&#233;culo XX, o imperialismo europeu exerceu-se, essencialmente, em &#193;frica. Tamb&#233;m Portugal se encontrava na corrida em busca de novas &#225;reas de influ&#234;ncia. 
Com a realiza&#231;&#227;o da Confer&#234;ncia de Berlim (1884/1885) onde ficou decidido o novo direito colonial, segundo o qual a ocupa&#231;&#227;o efectiva de um territ&#243;rio substitu&#237;a o direito hist&#243;rico de descoberta, Portugal procurou formas de defender estas col&#243;nias, dado ter em 1822, perdido a col&#243;nia do Brasil. Assim, foram realizadas expedi&#231;&#245;es de explora&#231;&#227;o do interior de &#193;frica e em 18901 a Sociedade Portuguesa de Geografia apresenta o chamado mapa cor-de-rosa, ligando Angola a Mo&#231;ambique. 
A Inglaterra reage pois interessava-lhe aquela zona central &#8211; Chire &#8211; livre para passar do Cairo ao Cabo (col&#243;nias inglesas). Desta feita, a Inglaterra envia um Ultimato a Portugal obrigando-o a retirar as suas tropas das regi&#245;es do Chire, vendo-se obrigado a ceder pois n&#227;o podia tinha condi&#231;&#245;es de entrar em guerra com Inglaterra.


Professora S&#243;nia Cruz</itunes:summary>
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    <item>
      <title>Imperialismo e colonialismo</title>
      <description>   Entre os s&#233;culos XV e XVIII, v&#225;rios pa&#237;ses europeus, como Portugal, Espanha, Holanda, Fran&#231;a e Inglaterra, formaram grandes Imp&#233;rios coloniais. Foi a primeira fase do colonialismo europeu no mundo. A partir do fim do s&#233;c. XVIII, por&#233;m, o colonialismo europeu parecia come&#231;ar a recuar, primeiro com a independ&#234;ncia dos EUA, e depois com a independ&#234;ncia das col&#243;nias espanholas da Am&#233;rica do Sul e central. Todavia, no s&#233;c. XIX, o r&#225;pido crescimento do capitalismo das ind&#250;strias e financeiro fez com que os pa&#237;ses mais industrializados procurassem n&#227;o s&#243; alargar os seus territ&#243;rios das col&#243;nias, como refor&#231;ar o dom&#237;nio sobre os pa&#237;ses mais desenvolvidos. A esse esfor&#231;o de expans&#227;o territorial e domina&#231;&#227;o econ&#243;mica e pol&#237;tica que se chama Imperialismo. 
   O imperialismo europeu manifestou-se sobretudo pela ocupa&#231;&#227;o de novas col&#243;nias na Africa e na &#193;sia. Al&#233;m disso, as grandes potencias, instalaram-se tamb&#233;m em pa&#237;ses politicamente independentes, mas economicamente subdesenvolvidos. Nesses pa&#237;ses, embora n&#227;o tendo dom&#237;nio pol&#237;tico como nas col&#243;nias, os dominadores encontravam maneira de colocar no poder os governantes que mais lhes convinham. Por isso o interesse nessas col&#243;nias, pois podiam explorar riquezas naturais, mercados, e mat&#233;rias-primas muito acess&#237;veis.
    Alem da domina&#231;&#227;o econ&#243;mico-financeira, e politica, tal como descrevemos anteriormente, tamb&#233;m havia a domina&#231;&#227;o cultural.
Ou seja, os colonizadores impunham a sua l&#237;ngua, costumes, e religi&#227;o, &#225;s suas respectivas col&#243;nias. Mas, apesar destas imposi&#231;&#245;es, mantinham uma actividade racista sobre estes povos, ou seja sobre os colonos.Isto, como &#233; &#243;bvio, por a maior parte das vezes, serem de cor diferente, e tamb&#233;m por considerem que, os povos e a civiliza&#231;&#227;o Europeia eram superiores a todas as outras.

Ana Pedro
Ana Judite
</description>
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      <pubDate>Thu, 21 Sep 2006 18:10:54 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2008-04-27</dcterms:modified>
      <dcterms:created>2006-09-21</dcterms:created>
      <link>http://historianove.podOmatic.com</link>
      <dc:creator>Hist&#195;&#402;&#194;&#179;ria Nove</dc:creator>
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      <itunes:summary>   Entre os s&#233;culos XV e XVIII, v&#225;rios pa&#237;ses europeus, como Portugal, Espanha, Holanda, Fran&#231;a e Inglaterra, formaram grandes Imp&#233;rios coloniais. Foi a primeira fase do colonialismo europeu no mundo. A partir do fim do s&#233;c. XVIII, por&#233;m, o colonialismo europeu parecia come&#231;ar a recuar, primeiro com a independ&#234;ncia dos EUA, e depois com a independ&#234;ncia das col&#243;nias espanholas da Am&#233;rica do Sul e central. Todavia, no s&#233;c. XIX, o r&#225;pido crescimento do capitalismo das ind&#250;strias e financeiro fez com que os pa&#237;ses mais industrializados procurassem n&#227;o s&#243; alargar os seus territ&#243;rios das col&#243;nias, como refor&#231;ar o dom&#237;nio sobre os pa&#237;ses mais desenvolvidos. A esse esfor&#231;o de expans&#227;o territorial e domina&#231;&#227;o econ&#243;mica e pol&#237;tica que se chama Imperialismo. 
   O imperialismo europeu manifestou-se sobretudo pela ocupa&#231;&#227;o de novas col&#243;nias na Africa e na &#193;sia. Al&#233;m disso, as grandes potencias, instalaram-se tamb&#233;m em pa&#237;ses politicamente independentes, mas economicamente subdesenvolvidos. Nesses pa&#237;ses, embora n&#227;o tendo dom&#237;nio pol&#237;tico como nas col&#243;nias, os dominadores encontravam maneira de colocar no poder os governantes que mais lhes convinham. Por isso o interesse nessas col&#243;nias, pois podiam explorar riquezas naturais, mercados, e mat&#233;rias-primas muito acess&#237;veis.
    Alem da domina&#231;&#227;o econ&#243;mico-financeira, e politica, tal como descrevemos anteriormente, tamb&#233;m havia a domina&#231;&#227;o cultural.
Ou seja, os colonizadores impunham a sua l&#237;ngua, costumes, e religi&#227;o, &#225;s suas respectivas col&#243;nias. Mas, apesar destas imposi&#231;&#245;es, mantinham uma actividade racista sobre estes povos, ou seja sobre os colonos.Isto, como &#233; &#243;bvio, por a maior parte das vezes, serem de cor diferente, e tamb&#233;m por considerem que, os povos e a civiliza&#231;&#227;o Europeia eram superiores a todas as outras.

Ana Pedro
Ana Judite
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    </item>
    <item>
      <title>O Imperialismo e o Colonialismo</title>
      <description>A Europa tinha uma capacidade econ&#243;mica superior aos outros continentes.
Essa superioridade devia-se sobretudo ao r&#225;pido enriquecimento provocado pela industrializa&#231;&#227;o e ao dom&#237;nio colonial sobre extensas zonas do mundo. Portugal era dos pa&#237;ses Europeus mais fraco em rela&#231;&#227;o &#225; economia.
A partir dessa altura come&#231;ou a procura de col&#243;nias pois n&#227;o serviam s&#243; para escoar os seus produtos mas tamb&#233;m para adquirir mat&#233;rias-primas.
Os Europeus consideravam-se superiores a pessoas de ra&#231;as negra porque possu&#237;am antagonismos.
Como os pa&#237;ses Europeus estavam todos interessados nas col&#243;nias pois tamb&#233;m queriam expandir os seus territ&#243;rios ent&#227;o realizou-se a confer&#234;ncia de Berlim onde os pa&#237;ses tomaram a decis&#227;o de que as col&#243;nias eram do pa&#237;s que tivesse uma forte autoridade e n&#227;o o que as descobriu.
Portugal n&#227;o ficou nada agradado com a decis&#227;o da confer&#234;ncia pois n&#227;o tinha meios que lhes permitisse enviar tropas para as col&#243;nias mas o facto era que tamb&#233;m n&#227;o tinham armamento para se defenderem.
Ent&#227;o Portugal mandou emigrar alguns portugueses para as col&#243;nias e mandou tamb&#233;m duas expedi&#231;&#245;es para conhecer melhor o territ&#243;rio.
Com as expedi&#231;&#245;es feitas aos territ&#243;rios Portugal manda fazer um mapa onde mostra as suas col&#243;nias que &#233; o chamado mapa cor-de-rosa. E enviou-o a todos os pa&#237;ses Europeus.
O pa&#237;s que n&#227;o ficou satisfeito foi Inglaterra pois Portugal juntou as duas col&#243;nias e assim sendo a Inglaterra para comercializar do Norte para o Sul de &#193;frica tinha que pagar taxas a Portugal. Ent&#227;o enviou um ultimato a Portugal dizendo para retirar as suas tropas das regi&#245;es do chire. Portugal iniciou um di&#225;logo com Inglaterra para tentar chegar a um acordo. Tal n&#227;o aconteceu e viu-se obrigado a ceder pois n&#227;o podia entrar em guerra com Inglaterra pois na realidade n&#227;o tinham armas nem meios para a batalha.


Gon&#231;alo Martins
Jo&#227;o Filipe 
</description>
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      <pubDate>Thu, 21 Sep 2006 12:57:55 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>Hist&#195;&#402;&#194;&#179;ria Nove</dc:creator>
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      <itunes:summary>A Europa tinha uma capacidade econ&#243;mica superior aos outros continentes.
Essa superioridade devia-se sobretudo ao r&#225;pido enriquecimento provocado pela industrializa&#231;&#227;o e ao dom&#237;nio colonial sobre extensas zonas do mundo. Portugal era dos pa&#237;ses Europeus mais fraco em rela&#231;&#227;o &#225; economia.
A partir dessa altura come&#231;ou a procura de col&#243;nias pois n&#227;o serviam s&#243; para escoar os seus produtos mas tamb&#233;m para adquirir mat&#233;rias-primas.
Os Europeus consideravam-se superiores a pessoas de ra&#231;as negra porque possu&#237;am antagonismos.
Como os pa&#237;ses Europeus estavam todos interessados nas col&#243;nias pois tamb&#233;m queriam expandir os seus territ&#243;rios ent&#227;o realizou-se a confer&#234;ncia de Berlim onde os pa&#237;ses tomaram a decis&#227;o de que as col&#243;nias eram do pa&#237;s que tivesse uma forte autoridade e n&#227;o o que as descobriu.
Portugal n&#227;o ficou nada agradado com a decis&#227;o da confer&#234;ncia pois n&#227;o tinha meios que lhes permitisse enviar tropas para as col&#243;nias mas o facto era que tamb&#233;m n&#227;o tinham armamento para se defenderem.
Ent&#227;o Portugal mandou emigrar alguns portugueses para as col&#243;nias e mandou tamb&#233;m duas expedi&#231;&#245;es para conhecer melhor o territ&#243;rio.
Com as expedi&#231;&#245;es feitas aos territ&#243;rios Portugal manda fazer um mapa onde mostra as suas col&#243;nias que &#233; o chamado mapa cor-de-rosa. E enviou-o a todos os pa&#237;ses Europeus.
O pa&#237;s que n&#227;o ficou satisfeito foi Inglaterra pois Portugal juntou as duas col&#243;nias e assim sendo a Inglaterra para comercializar do Norte para o Sul de &#193;frica tinha que pagar taxas a Portugal. Ent&#227;o enviou um ultimato a Portugal dizendo para retirar as suas tropas das regi&#245;es do chire. Portugal iniciou um di&#225;logo com Inglaterra para tentar chegar a um acordo. Tal n&#227;o aconteceu e viu-se obrigado a ceder pois n&#227;o podia entrar em guerra com Inglaterra pois na realidade n&#227;o tinham armas nem meios para a batalha.


Gon&#231;alo Martins
Jo&#227;o Filipe 
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    <item>
      <title>O Imperialismo e Colonialismo</title>
      <description>Os pa&#237;ses Europeus com uma ind&#250;stria subdesenvolvida tinham o dom&#237;nio de algumas col&#243;nias. Estas regi&#245;es eram um neg&#243;cio rent&#225;vel para o mercado europeu pois mandavam para l&#225; muitos produtos diferentes. Estes produtos consistiam nas mais diversas mat&#233;rias &#8211; primas que ajudavam a Europa a manter a sua hegemonia. 
A maioria dos habitantes dessas col&#243;nias eram de ra&#231;a negra e os povos Europeus tratavam-nos com desigualdade tendo uma vis&#227;o racista destes povos. 
A extrema riqueza da Europa era tamb&#233;m devido ao investimento por parte dos governantes na expans&#227;o colonial.
Portugal era tamb&#233;m um dos pa&#237;ses Europeus que apostava fortemente no com&#233;rcio colonial, tendo em sua posse Angola e Mo&#231;ambique. Portugal era tratado com antagonismo por parte dos ingleses. Estes tinham interesse nesta zona pois precisavam deste territ&#243;rio que era denominado mapa cor-de-rosa, pois para passar por ele teriam que pagar impostos. Face a isto os Ingleses lan&#231;aram um ultimato a Portugal que iria ceder devido ao seu inferiorizo em rela&#231;&#227;o &#224; Inglaterra. 
 
Francisc o
Diogo</description>
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      <pubDate>Thu, 21 Sep 2006 12:55:33 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2008-03-21</dcterms:modified>
      <dcterms:created>2006-09-21</dcterms:created>
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      <dc:creator>Hist&#195;&#402;&#194;&#179;ria Nove</dc:creator>
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      <itunes:explicit>no</itunes:explicit>
      <itunes:summary>Os pa&#237;ses Europeus com uma ind&#250;stria subdesenvolvida tinham o dom&#237;nio de algumas col&#243;nias. Estas regi&#245;es eram um neg&#243;cio rent&#225;vel para o mercado europeu pois mandavam para l&#225; muitos produtos diferentes. Estes produtos consistiam nas mais diversas mat&#233;rias &#8211; primas que ajudavam a Europa a manter a sua hegemonia. 
A maioria dos habitantes dessas col&#243;nias eram de ra&#231;a negra e os povos Europeus tratavam-nos com desigualdade tendo uma vis&#227;o racista destes povos. 
A extrema riqueza da Europa era tamb&#233;m devido ao investimento por parte dos governantes na expans&#227;o colonial.
Portugal era tamb&#233;m um dos pa&#237;ses Europeus que apostava fortemente no com&#233;rcio colonial, tendo em sua posse Angola e Mo&#231;ambique. Portugal era tratado com antagonismo por parte dos ingleses. Estes tinham interesse nesta zona pois precisavam deste territ&#243;rio que era denominado mapa cor-de-rosa, pois para passar por ele teriam que pagar impostos. Face a isto os Ingleses lan&#231;aram um ultimato a Portugal que iria ceder devido ao seu inferiorizo em rela&#231;&#227;o &#224; Inglaterra. 
 
Francisc o
Diogo</itunes:summary>
    </item>
    <item>
      <title>Colonialismo</title>
      <description>No fim do s&#233;culo XIX, Portugal mantinha um grande imp&#233;rio colonial, apesar da concorr&#234;ncia das outras grandes potencias.
Assim possu&#237;a no continente Africano, as col&#243;nias de Cabo Verde, Guin&#233;, S. Tom&#233; e Pr&#237;ncipe, Angola, Mo&#231;ambique e na &#193;sia destacamos o Estado da &#205;ndia (Goa, Dam&#227;o e Diu), Macau e Timor.
Mas na realidade de todos esses territ&#243;rios os mais enriquecidos eram Angola e Mo&#231;ambique, contudo em Angola e em Mo&#231;ambique vivia apenas um pequeno numero de habitantes onde estavam todos aglomerados no litoral.
De facto Portugal tanto tinha pouca popula&#231;&#227;o para habitar em suas col&#243;nias como tamb&#233;m tinha pouca mat&#233;ria-prima.
A independ&#234;ncia do Brasil, em 1822 fez com que Portugal continuasse a lutar pelas suas col&#243;nias do continente Africano (o Marques S&#225; da Bandeira foi um dos defensores da politica do Brasil). Nesta altura como nos descobrimentos houveram muitas expedi&#231;&#245;es para abrirem o caminho a coloniza&#231;&#227;o, as expedi&#231;&#245;es mais conhecidas s&#227;o: o capit&#227;o Serpa Pinto e a Marinha Carpelo Ivens.
A 26 de Fevereiro de 1885, entre a Fran&#231;a, a Espanha, Estados Unidos,
Gr&#227;-bretanha, It&#225;lia, Pa&#237;ses Baixos, Portugal, R&#250;ssia, Su&#233;cia, Noruega e
Turquia todos estas grandes potencias pretendiam alargar os seus territ&#243;rios e no entanto todas participaram na Conferencia de Berlim.
Esta confer&#234;ncia definiria o princ&#237;pio da ocupa&#231;&#227;o efectiva. Em 1885 e 1890 Portugal enviou popula&#231;&#227;o para ocuparem os territ&#243;rios de Angola e Mo&#231;ambique para ocupar a vasta zona que existia entre as duas col&#243;nias, mas este projecto ia contra as ideias da Inglaterra que pretendia passar pelo do Cairo do Cabo.
Em 1890 a Inglaterra obrigou Portugal a recuar na sua decis&#227;o abandonando aquelas regi&#245;es fazendo a Portugal um ultimato.
O Governo Portugu&#234;s foi obrigado a ceder, o que provocou um abalo profundo na opini&#227;o publica portuguesa.
No ano de 1891 Portugal e Inglaterra fixaram fronteiras entre Angola e
Mo&#231;ambique onde se mantiveram ate aos nossos dias.

Pedro
Fl&#225;vio</description>
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      <pubDate>Wed, 20 Sep 2006 22:44:40 GMT</pubDate>
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      <itunes:summary>No fim do s&#233;culo XIX, Portugal mantinha um grande imp&#233;rio colonial, apesar da concorr&#234;ncia das outras grandes potencias.
Assim possu&#237;a no continente Africano, as col&#243;nias de Cabo Verde, Guin&#233;, S. Tom&#233; e Pr&#237;ncipe, Angola, Mo&#231;ambique e na &#193;sia destacamos o Estado da &#205;ndia (Goa, Dam&#227;o e Diu), Macau e Timor.
Mas na realidade de todos esses territ&#243;rios os mais enriquecidos eram Angola e Mo&#231;ambique, contudo em Angola e em Mo&#231;ambique vivia apenas um pequeno numero de habitantes onde estavam todos aglomerados no litoral.
De facto Portugal tanto tinha pouca popula&#231;&#227;o para habitar em suas col&#243;nias como tamb&#233;m tinha pouca mat&#233;ria-prima.
A independ&#234;ncia do Brasil, em 1822 fez com que Portugal continuasse a lutar pelas suas col&#243;nias do continente Africano (o Marques S&#225; da Bandeira foi um dos defensores da politica do Brasil). Nesta altura como nos descobrimentos houveram muitas expedi&#231;&#245;es para abrirem o caminho a coloniza&#231;&#227;o, as expedi&#231;&#245;es mais conhecidas s&#227;o: o capit&#227;o Serpa Pinto e a Marinha Carpelo Ivens.
A 26 de Fevereiro de 1885, entre a Fran&#231;a, a Espanha, Estados Unidos,
Gr&#227;-bretanha, It&#225;lia, Pa&#237;ses Baixos, Portugal, R&#250;ssia, Su&#233;cia, Noruega e
Turquia todos estas grandes potencias pretendiam alargar os seus territ&#243;rios e no entanto todas participaram na Conferencia de Berlim.
Esta confer&#234;ncia definiria o princ&#237;pio da ocupa&#231;&#227;o efectiva. Em 1885 e 1890 Portugal enviou popula&#231;&#227;o para ocuparem os territ&#243;rios de Angola e Mo&#231;ambique para ocupar a vasta zona que existia entre as duas col&#243;nias, mas este projecto ia contra as ideias da Inglaterra que pretendia passar pelo do Cairo do Cabo.
Em 1890 a Inglaterra obrigou Portugal a recuar na sua decis&#227;o abandonando aquelas regi&#245;es fazendo a Portugal um ultimato.
O Governo Portugu&#234;s foi obrigado a ceder, o que provocou um abalo profundo na opini&#227;o publica portuguesa.
No ano de 1891 Portugal e Inglaterra fixaram fronteiras entre Angola e
Mo&#231;ambique onde se mantiveram ate aos nossos dias.

Pedro
Fl&#225;vio</itunes:summary>
    </item>
    <item>
      <title>O imperialismo e o colonialismo modernos</title>
      <description>No s&#233;culo XIX o capitalismo industrial e financeiro cresceu rapidamente fazendo com que os pa&#237;ses mais industrializados procurassem alargar os seus territ&#243;rios coloniais e refor&#231;ar o dom&#237;nio sobre os pa&#237;ses menos desenvolvidos. Este interesse de expans&#227;o territorial e de domina&#231;&#227;o econ&#243;mica e pol&#237;tica foi denominado de imperialismo. A politica imperialista acentava na obten&#231;&#227;o de mat&#233;rias-primas a baixo pre&#231;o, em investimentos rent&#225;veis e na cria&#231;&#227;o de novos mercados para esquar os produtos industriais. Com esta politica procurava-se tamb&#233;m encontrar destinos para a emigra&#231;&#227;o dos pa&#237;ses europeus, que se encontravam em franco crescimento demogr&#225;fico. Com o imperialismo europeu, foram ocupadas novas col&#243;nias na &#193;frica e na &#193;sia e as grandes pot&#234;ncias instalaram-se em pa&#237;ses politicamente independentes, mas economicamente subdesenvolvidos. Os dominadores desses pa&#237;ses encontravam maneira de colocar no poder os governantes que mais lhes agradavam, de forma a explorar as riquezas naturais das regi&#245;es, a m&#227;o-de-obra e os mercados, embora n&#227;o tendo dom&#237;nio pol&#237;tico directo como nas col&#243;nias. Os colonizadores impunham a sua l&#237;ngua, a sua religi&#227;o e a sua cultura de origem europeia aos povos colonizados, pois achavam-se mais civilizados o que levava a crer que os povos e a civiliza&#231;&#227;o da Europa eram superiores aos povos n&#227;o brancos e as suas manifesta&#231;&#245;es de cultura, o que fazia com que na realidade se tratasse de um preconceito racista.
Os pa&#237;ses europeus mostravam um elevado interesse pelo continente africano a partir de 1850 realizaram-se v&#225;rias viagens de explora&#231;&#227;o sendo percorridas no interior de &#193;frica grandes extens&#245;es desconhecidas dos europeus. Em 1885, na confer&#234;ncia de Berlim, ap&#243;s dialogo entre as principais pot&#234;ncias europeias, tomou-se a decis&#227;o de repartir a &#193;frica entre si, comprometendo-se a ocupar de facto esses territ&#243;rios. Esta medida refor&#231;a o favorecimento dos pa&#237;ses mais poderosos, atingindo assim o auge da sua hegemonia.
No final do s&#233;culo XIX, Portugal mantinha ainda um extenso imp&#233;rio colonial, apesar da concorr&#234;ncia das grandes pot&#234;ncias de todos os territ&#243;rios que possu&#237;a, os mais ricos e extensos eram as col&#243;nias africanas de Angola e Mo&#231;ambique. Como consequ&#234;ncia da confer&#234;ncia de Berlim, acabaram por entrar em cheque os interesses dos portugueses e as pretens&#245;es sobertudo da Alemanha e da Inglaterra, pois Portugal n&#227;o tinha qualquer presen&#231;a em muitos dos espa&#231;os que reivindicava. De 1885 a 1890, foram enviadas algumas expedi&#231;&#245;es militares para Angola e Mo&#231;ambique com a inten&#231;&#227;o de ocupar a vasta zona entre as duas col&#243;nias. Em 1890, os ingleses obrigaram Portugal a abandonar aquela zona sob a amea&#231;a de um ultimato que ordenava que todas e quais quer for&#231;as militares portuguesas que se encontrassem no Chire (territ&#243;rio entre a Angola e Mo&#231;ambique), se retirassem.
Portugal viu-se obrigado a obedecer a esta ordem, pois sentia-se inseguro e impotente relativamente &#224;s armas que possu&#237;a e &#224; impossibilidade de di&#225;logo.


Rita ; Ricardo ; Patr&#237;cia 
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      <pubDate>Wed, 20 Sep 2006 22:42:03 GMT</pubDate>
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      <itunes:summary>No s&#233;culo XIX o capitalismo industrial e financeiro cresceu rapidamente fazendo com que os pa&#237;ses mais industrializados procurassem alargar os seus territ&#243;rios coloniais e refor&#231;ar o dom&#237;nio sobre os pa&#237;ses menos desenvolvidos. Este interesse de expans&#227;o territorial e de domina&#231;&#227;o econ&#243;mica e pol&#237;tica foi denominado de imperialismo. A politica imperialista acentava na obten&#231;&#227;o de mat&#233;rias-primas a baixo pre&#231;o, em investimentos rent&#225;veis e na cria&#231;&#227;o de novos mercados para esquar os produtos industriais. Com esta politica procurava-se tamb&#233;m encontrar destinos para a emigra&#231;&#227;o dos pa&#237;ses europeus, que se encontravam em franco crescimento demogr&#225;fico. Com o imperialismo europeu, foram ocupadas novas col&#243;nias na &#193;frica e na &#193;sia e as grandes pot&#234;ncias instalaram-se em pa&#237;ses politicamente independentes, mas economicamente subdesenvolvidos. Os dominadores desses pa&#237;ses encontravam maneira de colocar no poder os governantes que mais lhes agradavam, de forma a explorar as riquezas naturais das regi&#245;es, a m&#227;o-de-obra e os mercados, embora n&#227;o tendo dom&#237;nio pol&#237;tico directo como nas col&#243;nias. Os colonizadores impunham a sua l&#237;ngua, a sua religi&#227;o e a sua cultura de origem europeia aos povos colonizados, pois achavam-se mais civilizados o que levava a crer que os povos e a civiliza&#231;&#227;o da Europa eram superiores aos povos n&#227;o brancos e as suas manifesta&#231;&#245;es de cultura, o que fazia com que na realidade se tratasse de um preconceito racista.
Os pa&#237;ses europeus mostravam um elevado interesse pelo continente africano a partir de 1850 realizaram-se v&#225;rias viagens de explora&#231;&#227;o sendo percorridas no interior de &#193;frica grandes extens&#245;es desconhecidas dos europeus. Em 1885, na confer&#234;ncia de Berlim, ap&#243;s dialogo entre as principais pot&#234;ncias europeias, tomou-se a decis&#227;o de repartir a &#193;frica entre si, comprometendo-se a ocupar de facto esses territ&#243;rios. Esta medida refor&#231;a o favorecimento dos pa&#237;ses mais poderosos, atingindo assim o auge da sua hegemonia.
No final do s&#233;culo XIX, Portugal mantinha ainda um extenso imp&#233;rio colonial, apesar da concorr&#234;ncia das grandes pot&#234;ncias de todos os territ&#243;rios que possu&#237;a, os mais ricos e extensos eram as col&#243;nias africanas de Angola e Mo&#231;ambique. Como consequ&#234;ncia da confer&#234;ncia de Berlim, acabaram por entrar em cheque os interesses dos portugueses e as pretens&#245;es sobertudo da Alemanha e da Inglaterra, pois Portugal n&#227;o tinha qualquer presen&#231;a em muitos dos espa&#231;os que reivindicava. De 1885 a 1890, foram enviadas algumas expedi&#231;&#245;es militares para Angola e Mo&#231;ambique com a inten&#231;&#227;o de ocupar a vasta zona entre as duas col&#243;nias. Em 1890, os ingleses obrigaram Portugal a abandonar aquela zona sob a amea&#231;a de um ultimato que ordenava que todas e quais quer for&#231;as militares portuguesas que se encontrassem no Chire (territ&#243;rio entre a Angola e Mo&#231;ambique), se retirassem.
Portugal viu-se obrigado a obedecer a esta ordem, pois sentia-se inseguro e impotente relativamente &#224;s armas que possu&#237;a e &#224; impossibilidade de di&#225;logo.


Rita ; Ricardo ; Patr&#237;cia 
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    <item>
      <title>Dom&#237;nio de territ&#243;rios coloniais pelos europeus</title>
      <description>Era uma realidade que as pot&#234;ncias industrializadas tinham interesse em ficar com as col&#243;nias, para poderem exportar os seus produtos!
Em &#193;frica, foram reveladas enormes potencialidades sobretudo pela abund&#226;ncia em mat&#233;ria-prima e pela m&#227;o-de-obra excessiva e mais barata, o que despertou o interesse nos pa&#237;ses europeus industrializados. 
Este era um neg&#243;cio rent&#225;vel, pois os pa&#237;ses industrializados aproveitavam-se de forma racista das civiliza&#231;&#245;es africanas.
O imperialismo foi fundado pela Europa mas no entanto tamb&#233;m os Estados Unidos entraram na corrida imperialista, passaram a exercer dom&#237;nio sobre o Hawai, Porto Rico e as Filipinas, e controlando Cuba. O Jap&#227;o obteve extensos territ&#243;rios em ambos os pa&#237;ses, alargando, assim, a sua &#225;rea de influ&#234;ncia econ&#243;mica e militar.
Eram cada vez mais os pa&#237;ses interessados em dominar col&#243;nias! As pretens&#245;es dos Portugueses entraram em choque com as da Inglaterra e as da Alemanha. Em 1891 Portugal e Inglaterra assinaram um tratado e fixaram as fronteiras de Angola e Mo&#231;ambique que se mantiveram quase sem altera&#231;&#245;es at&#233; hoje!

Filipa, Marta e Gon&#231;alo Gomes</description>
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      <pubDate>Wed, 20 Sep 2006 22:41:16 GMT</pubDate>
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Em &#193;frica, foram reveladas enormes potencialidades sobretudo pela abund&#226;ncia em mat&#233;ria-prima e pela m&#227;o-de-obra excessiva e mais barata, o que despertou o interesse nos pa&#237;ses europeus industrializados. 
Este era um neg&#243;cio rent&#225;vel, pois os pa&#237;ses industrializados aproveitavam-se de forma racista das civiliza&#231;&#245;es africanas.
O imperialismo foi fundado pela Europa mas no entanto tamb&#233;m os Estados Unidos entraram na corrida imperialista, passaram a exercer dom&#237;nio sobre o Hawai, Porto Rico e as Filipinas, e controlando Cuba. O Jap&#227;o obteve extensos territ&#243;rios em ambos os pa&#237;ses, alargando, assim, a sua &#225;rea de influ&#234;ncia econ&#243;mica e militar.
Eram cada vez mais os pa&#237;ses interessados em dominar col&#243;nias! As pretens&#245;es dos Portugueses entraram em choque com as da Inglaterra e as da Alemanha. Em 1891 Portugal e Inglaterra assinaram um tratado e fixaram as fronteiras de Angola e Mo&#231;ambique que se mantiveram quase sem altera&#231;&#245;es at&#233; hoje!

Filipa, Marta e Gon&#231;alo Gomes</itunes:summary>
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    <item>
      <title>O colonialismo portugu&#234;s em &#193;frica</title>
      <description>No fim do s&#233;culo XIX, Portugal mantinha um extenso imperialismo colonial, apesar da concorr&#234;ncia das grandes pot&#234;ncias. 
Na realidade, o nosso pa&#237;s usava grande parte dos seus investimentos no alargamento do territ&#243;rio.
De todos os territ&#243;rios do continente africano, os mais ricos e extensos eram as col&#243;nias africanas de Angola e Mo&#231;ambique.
A ra&#231;a africana possu&#237;a uma vasta economia em mat&#233;rias-primas e uma alargada cultura em riquezas, por&#233;m este continente seria na mesma subdesenvolvido.
 A independ&#234;ncia do Brasil fez com que surgissem projectos para um melhor aproveitamento dos diferentes mercados coloniais africanos e do seu com&#233;rcio.
Realizaram-se dezenas de expans&#245;es de explora&#231;&#227;o em direc&#231;&#227;o &#224;s regi&#245;es do interior.
Das expedi&#231;&#245;es mais famosas destacou-se o aclamado capit&#227;o Serpa Pinto e os oficiais governantes da Marinha Capelo e Ivens.  
Como consequ&#234;ncia da Confer&#234;ncia de Berlim, acabaram por entrar em choque o interesse portugu&#234;s e as pretens&#245;es de outros pa&#237;ses europeus, sobretudo da Alemanha e da Inglaterra.
Em 1890, os ingleses tomaram a decis&#227;o de obrigar Portugal a abandonar aquela zona (do Cairo ao Cabo) sob amea&#231;a de um ultimato, onde existia uma grande rivalidade (antagonismo). 
No ano seguinte, um tratado entre Portugal e Inglaterra fixou as fronteiras dos pa&#237;ses civilizados: Angola e Mo&#231;ambique.
No seguimento de esfor&#231;o de ocupa&#231;&#227;o dos territ&#243;rios africanos a que se julgava com direito, Portugal elaborou um mapa (mapa cor-de-rosa) para apresentar a alguns pa&#237;ses aliados.
A hegemonia da Inglaterra op&#244;s-se a esse projecto de alargamento territorial e enviou a Portugal o famoso ultimato, em que fazia diversas amea&#231;as &#224; sua independ&#234;ncia, a usar as suas armas contra os soldados portugueses caso estes, n&#227;o se retirassem imediatamente da zona de emigra&#231;&#227;o (Mo&#231;ambique e Angola).
O Governo portugu&#234;s foi obrigado a ceder, o que provocou atitudes racistas na opini&#227;o p&#250;blica portuguesa.

Trabalho realizado por: Margarida, M&#225;rcia, Vera
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      <pubDate>Wed, 20 Sep 2006 19:35:11 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2008-04-14</dcterms:modified>
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      <itunes:summary>No fim do s&#233;culo XIX, Portugal mantinha um extenso imperialismo colonial, apesar da concorr&#234;ncia das grandes pot&#234;ncias. 
Na realidade, o nosso pa&#237;s usava grande parte dos seus investimentos no alargamento do territ&#243;rio.
De todos os territ&#243;rios do continente africano, os mais ricos e extensos eram as col&#243;nias africanas de Angola e Mo&#231;ambique.
A ra&#231;a africana possu&#237;a uma vasta economia em mat&#233;rias-primas e uma alargada cultura em riquezas, por&#233;m este continente seria na mesma subdesenvolvido.
 A independ&#234;ncia do Brasil fez com que surgissem projectos para um melhor aproveitamento dos diferentes mercados coloniais africanos e do seu com&#233;rcio.
Realizaram-se dezenas de expans&#245;es de explora&#231;&#227;o em direc&#231;&#227;o &#224;s regi&#245;es do interior.
Das expedi&#231;&#245;es mais famosas destacou-se o aclamado capit&#227;o Serpa Pinto e os oficiais governantes da Marinha Capelo e Ivens.  
Como consequ&#234;ncia da Confer&#234;ncia de Berlim, acabaram por entrar em choque o interesse portugu&#234;s e as pretens&#245;es de outros pa&#237;ses europeus, sobretudo da Alemanha e da Inglaterra.
Em 1890, os ingleses tomaram a decis&#227;o de obrigar Portugal a abandonar aquela zona (do Cairo ao Cabo) sob amea&#231;a de um ultimato, onde existia uma grande rivalidade (antagonismo). 
No ano seguinte, um tratado entre Portugal e Inglaterra fixou as fronteiras dos pa&#237;ses civilizados: Angola e Mo&#231;ambique.
No seguimento de esfor&#231;o de ocupa&#231;&#227;o dos territ&#243;rios africanos a que se julgava com direito, Portugal elaborou um mapa (mapa cor-de-rosa) para apresentar a alguns pa&#237;ses aliados.
A hegemonia da Inglaterra op&#244;s-se a esse projecto de alargamento territorial e enviou a Portugal o famoso ultimato, em que fazia diversas amea&#231;as &#224; sua independ&#234;ncia, a usar as suas armas contra os soldados portugueses caso estes, n&#227;o se retirassem imediatamente da zona de emigra&#231;&#227;o (Mo&#231;ambique e Angola).
O Governo portugu&#234;s foi obrigado a ceder, o que provocou atitudes racistas na opini&#227;o p&#250;blica portuguesa.

Trabalho realizado por: Margarida, M&#225;rcia, Vera
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      <title>Colonialismo moderno</title>
      <description>No final do s&#233;culo XIX, a Europa vivia a sua hegemonia, tendo assim uma
grande capacidade econ&#243;mica. Essa superioridade devia-se, sobretudo, aos
diferentes mercados criados nas regi&#245;es de ra&#231;a negra que nos forneciam
mat&#233;rias-primas; os grandes pa&#237;ses Europeus exploravam de forma racista as
diferentes civiliza&#231;&#245;es africanas. Esta no&#231;&#227;o imperialista tornava o produto
muito rent&#225;vel pois a m&#227;o de obra nesses pa&#237;ses era excessiva e muito
barata.
Essas col&#243;nias perderam toda a sua independ&#234;ncia &#225; custa do dom&#237;nio da vis&#227;o
imperialista do governo que tomou a decis&#227;o de criar uma s&#243; cultura e
religi&#227;o causando um choque, pois o estilo de vida dessas duas ra&#231;as era
diferente.
Em 1885, a Fran&#231;a, Espanha, Estados Unidos, Gr&#227;-Bretanha, It&#225;lia, Pa&#237;ses
Baixos, Portugal, R&#250;ssia, Su&#233;cia, Noruega e Turquia fizeram um progresso
assinando um tratado que aclamava que todos os pa&#237;ses, sempre que ocupavam
novas col&#243;nias tinham de pedir autoriza&#231;&#227;o aos restantes pa&#237;ses para as
poderem povoar e explorar, fazendo investimentos rent&#225;veis. A emigra&#231;&#227;o
tornou-se obrigat&#243;ria pois se n&#227;o povoassem as col&#243;nias essas passariam a
ser de quem as povoasse.
 A realidade de Portugal, no in&#237;cio do s&#233;culo XX,  n&#227;o era muito favor&#225;vel
pois a concorr&#234;ncia dos imperialismos dos pa&#237;ses europeus viu-se obrigado a
expandir-se juntando Angola, Mo&#231;ambique e Chire alargando o sei territorio,
o obejectivo de que o seus comercio come&#231;a-se a amumentar.
 Mas a Gr&#227;-bertanha n&#227;o concordava com tal desis&#227;o, enviando um ultimato a
Portugal, se n&#227;o abandonasse mos as terras de Chire partiriam para um
guerra.
 Portugal n&#227;o estava pronto para um batalh ea desigualdade era
segnificativa sem os seus exercitos refor&#231;ados viu-se obrigado a abandonar
Chire.

J&#243;
B&#225;rbara</description>
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      <pubDate>Wed, 20 Sep 2006 18:23:27 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>Hist&#195;&#402;&#194;&#179;ria Nove</dc:creator>
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grande capacidade econ&#243;mica. Essa superioridade devia-se, sobretudo, aos
diferentes mercados criados nas regi&#245;es de ra&#231;a negra que nos forneciam
mat&#233;rias-primas; os grandes pa&#237;ses Europeus exploravam de forma racista as
diferentes civiliza&#231;&#245;es africanas. Esta no&#231;&#227;o imperialista tornava o produto
muito rent&#225;vel pois a m&#227;o de obra nesses pa&#237;ses era excessiva e muito
barata.
Essas col&#243;nias perderam toda a sua independ&#234;ncia &#225; custa do dom&#237;nio da vis&#227;o
imperialista do governo que tomou a decis&#227;o de criar uma s&#243; cultura e
religi&#227;o causando um choque, pois o estilo de vida dessas duas ra&#231;as era
diferente.
Em 1885, a Fran&#231;a, Espanha, Estados Unidos, Gr&#227;-Bretanha, It&#225;lia, Pa&#237;ses
Baixos, Portugal, R&#250;ssia, Su&#233;cia, Noruega e Turquia fizeram um progresso
assinando um tratado que aclamava que todos os pa&#237;ses, sempre que ocupavam
novas col&#243;nias tinham de pedir autoriza&#231;&#227;o aos restantes pa&#237;ses para as
poderem povoar e explorar, fazendo investimentos rent&#225;veis. A emigra&#231;&#227;o
tornou-se obrigat&#243;ria pois se n&#227;o povoassem as col&#243;nias essas passariam a
ser de quem as povoasse.
 A realidade de Portugal, no in&#237;cio do s&#233;culo XX,  n&#227;o era muito favor&#225;vel
pois a concorr&#234;ncia dos imperialismos dos pa&#237;ses europeus viu-se obrigado a
expandir-se juntando Angola, Mo&#231;ambique e Chire alargando o sei territorio,
o obejectivo de que o seus comercio come&#231;a-se a amumentar.
 Mas a Gr&#227;-bertanha n&#227;o concordava com tal desis&#227;o, enviando um ultimato a
Portugal, se n&#227;o abandonasse mos as terras de Chire partiriam para um
guerra.
 Portugal n&#227;o estava pronto para um batalh ea desigualdade era
segnificativa sem os seus exercitos refor&#231;ados viu-se obrigado a abandonar
Chire.

J&#243;
B&#225;rbara</itunes:summary>
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    <item>
      <title>O Imperialismo e o Colonialismo</title>
      <description>Devido &#225; vaga imperialista os pa&#237;ses europeus que estavam mais subdesenvolvidos come&#231;avam com a cobi&#231;a pelas col&#243;nias. Este interesse nas col&#243;nias era na realidade uma conquista rent&#225;vel pois iriam servir para o escoamento dos produtos que as metr&#243;poles tinham em sobrecarga. Neste momento os pa&#237;ses europeus estavam na sua hegemonia industrial. Alguns pa&#237;ses europeus estavam superiores quanto ao desenvolvimento industrial de outros pa&#237;ses. Os mesmos estavam interessados no dom&#237;nio das col&#243;nias para poder fazer os seus investimentos, retirar mat&#233;rias-primas e aumentar a sua riqueza, aumentar o seu com&#233;rcio e zonas de mercados. Os pa&#237;ses europeus tinham os seus antagonismos quanto aos da ra&#231;a negra proibindo a sua cultura e manifesta&#231;&#245;es, pois achavam que os &#250;nicos cidad&#227;os civilizados os brancos. Isto era uma atitude racista pondo assim a ra&#231;a branca em desigualdade para com a ra&#231;a negra. Mas isto era s&#243; um aparte, o que interessa &#233; que neste momento os pa&#237;ses europeus e n&#227;o s&#243; estavam numa concorr&#234;ncia econ&#243;mica e para isso queriam a expans&#227;o das col&#243;nias. Para isso as metr&#243;poles enviavam homens com algum poder (podendo assim chamar-lhe emigra&#231;&#227;o) para as col&#243;nias deforma a que ficassem seus governantes deforma a que as col&#243;nias fossem dominadas para favorecerem as metr&#243;poles. Neste momento todos os pa&#237;ses andavam &#225; conquista de novas regi&#245;es. Neste momento Portugal possu&#237;a Angola, Mo&#231;ambique e n&#227;o naquela altura mas actualmente ele tamb&#233;m possu&#237;a Z&#226;mbia. Portugal tinha uma vis&#227;o expansionista quanto as col&#243;nias como todos os pa&#237;ses tinham. Os brit&#226;nicos possu&#237;am uma col&#243;nia que ficava para l&#225; das nossas duas col&#243;nias portuguesas e para passarem para a deles teriam que passar pela nossa e assim pagar-nos uma taxa e eles n&#227;o queriam isso. Ent&#227;o mandaram um ultimato a Portugal que retirasse as suas tropas dela imediatamente. Portugal n&#227;o tendo grande refor&#231;o de armas e tamb&#233;m n&#227;o querendo entrar em guerra com os brit&#226;nicos tomou a decis&#227;o de se retirar. Podemos dizer que os brit&#226;nicos nem nos deram uma hip&#243;tese de di&#225;logo deram nos cerca de uma tarde para tomar a decis&#227;o, e acho que Portugal tomou a decis&#227;o correcta ap&#243;s os brit&#226;nicos terem aclamado o ultimato. E no fim assim ficou Portugal perdendo as suas boas col&#243;nias.


Luciano Andr&#233;
Tiago Lima</description>
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      <pubDate>Wed, 20 Sep 2006 18:22:57 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2008-03-21</dcterms:modified>
      <dcterms:created>2006-09-20</dcterms:created>
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      <itunes:summary>Devido &#225; vaga imperialista os pa&#237;ses europeus que estavam mais subdesenvolvidos come&#231;avam com a cobi&#231;a pelas col&#243;nias. Este interesse nas col&#243;nias era na realidade uma conquista rent&#225;vel pois iriam servir para o escoamento dos produtos que as metr&#243;poles tinham em sobrecarga. Neste momento os pa&#237;ses europeus estavam na sua hegemonia industrial. Alguns pa&#237;ses europeus estavam superiores quanto ao desenvolvimento industrial de outros pa&#237;ses. Os mesmos estavam interessados no dom&#237;nio das col&#243;nias para poder fazer os seus investimentos, retirar mat&#233;rias-primas e aumentar a sua riqueza, aumentar o seu com&#233;rcio e zonas de mercados. Os pa&#237;ses europeus tinham os seus antagonismos quanto aos da ra&#231;a negra proibindo a sua cultura e manifesta&#231;&#245;es, pois achavam que os &#250;nicos cidad&#227;os civilizados os brancos. Isto era uma atitude racista pondo assim a ra&#231;a branca em desigualdade para com a ra&#231;a negra. Mas isto era s&#243; um aparte, o que interessa &#233; que neste momento os pa&#237;ses europeus e n&#227;o s&#243; estavam numa concorr&#234;ncia econ&#243;mica e para isso queriam a expans&#227;o das col&#243;nias. Para isso as metr&#243;poles enviavam homens com algum poder (podendo assim chamar-lhe emigra&#231;&#227;o) para as col&#243;nias deforma a que ficassem seus governantes deforma a que as col&#243;nias fossem dominadas para favorecerem as metr&#243;poles. Neste momento todos os pa&#237;ses andavam &#225; conquista de novas regi&#245;es. Neste momento Portugal possu&#237;a Angola, Mo&#231;ambique e n&#227;o naquela altura mas actualmente ele tamb&#233;m possu&#237;a Z&#226;mbia. Portugal tinha uma vis&#227;o expansionista quanto as col&#243;nias como todos os pa&#237;ses tinham. Os brit&#226;nicos possu&#237;am uma col&#243;nia que ficava para l&#225; das nossas duas col&#243;nias portuguesas e para passarem para a deles teriam que passar pela nossa e assim pagar-nos uma taxa e eles n&#227;o queriam isso. Ent&#227;o mandaram um ultimato a Portugal que retirasse as suas tropas dela imediatamente. Portugal n&#227;o tendo grande refor&#231;o de armas e tamb&#233;m n&#227;o querendo entrar em guerra com os brit&#226;nicos tomou a decis&#227;o de se retirar. Podemos dizer que os brit&#226;nicos nem nos deram uma hip&#243;tese de di&#225;logo deram nos cerca de uma tarde para tomar a decis&#227;o, e acho que Portugal tomou a decis&#227;o correcta ap&#243;s os brit&#226;nicos terem aclamado o ultimato. E no fim assim ficou Portugal perdendo as suas boas col&#243;nias.


Luciano Andr&#233;
Tiago Lima</itunes:summary>
    </item>
    <item>
      <title>Imperialismo e Colonialismo</title>
      <description>Nesta &#233;poca, de ocupa&#231;&#227;o de col&#243;nias para o escoamento dos produtos ou mat&#233;rias-primas, Portugal sofreu a press&#227;o da concorr&#234;ncia de pa&#237;ses europeus que ao n&#237;vel das ind&#250;strias eram na realidade muito superiores. Os pa&#237;ses Europeus tinham como objectivo refor&#231;ar a economia que se baseava na riqueza realizando a expans&#227;o pelas regi&#245;es coloniais. Estes pa&#237;ses tinham como obriga&#231;&#227;o expandir a sua cultura e princ&#237;pios. Um dos problemas destes pa&#237;ses era a sua actua&#231;&#227;o racista em rela&#231;&#227;o &#224; ra&#231;a negra por possu&#237;rem grandes antagonismos. 
Como a Inglaterra queria uma liga&#231;&#227;o entre as suas duas col&#243;nias para obter com&#233;rcio sem pagar impostos tomou a decis&#227;o de enviar um ultimato a Portugal. Foi assim aclamado atrav&#233;s do di&#225;logo entre as duas na&#231;&#245;es que Portugal abandonaria o chire ficando s&#243; com Mo&#231;ambique e Angola.     

Nuno Ferreira
Loic Santos</description>
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      <pubDate>Wed, 20 Sep 2006 18:19:54 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2008-03-21</dcterms:modified>
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Como a Inglaterra queria uma liga&#231;&#227;o entre as suas duas col&#243;nias para obter com&#233;rcio sem pagar impostos tomou a decis&#227;o de enviar um ultimato a Portugal. Foi assim aclamado atrav&#233;s do di&#225;logo entre as duas na&#231;&#245;es que Portugal abandonaria o chire ficando s&#243; com Mo&#231;ambique e Angola.     

Nuno Ferreira
Loic Santos</itunes:summary>
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    <item>
      <title>Imperialismo e Colonialismo Modernos</title>
      <description>                                       Colonialismo e imperialismo modernos


Entre os s&#233;c.xv e xvIII v&#225;rios pa&#237;ses europeus formaram grandes imp&#233;rios coloniais. A partir do fim do s&#233;c. xvIII o colonialismo europeu come&#231;a a recuar com a independ&#234;ncia, 1&#186;, dos E.U.A., e seguido da independ&#234;ncia das col&#243;nias espanholas da Am&#233;rica do sul.
O imperialismo europeu manifestou-se , sobretudo, na ocupa&#231;&#227;o de novas col&#243;nias na &#193;sia e &#193;frica. Agora as grandes pot&#234;ncias instalaram-se em pa&#237;ses politicamente independentes mas com uma economia subdesenvolvida. Nesses pa&#237;ses n&#227;o existia dom&#237;nio directo nas col&#243;nias mas estes arranjavam sempre forma de meter os governantes que mais lhes convinha, de modo a explorar as riquezas naturais, a m&#227;o de obra e os mercados . Al&#233;m da domina&#231;&#227;o econ&#243;mia-financeira e da domina&#231;&#227;o politica, estes territ&#243;rios ficavam tamb&#233;m sujeitos ao dom&#237;nio cultural. Este dom&#237;nio cultural era bastante perturbador para os naturais. Podia-se considerar ent&#227;o um pouco de racismo pois estes eram sujeitos ao que n&#227;o era de sua natureza. Partia-se do principio que os povos europeus eram melhores que nos ditos &#8220;n&#227;o brancos&#8221;, ou seja, mais uma forma de racismo. 

Jo&#227;o Ferraz
Tiago Teixeira


</description>
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      <pubDate>Wed, 20 Sep 2006 11:03:53 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>Hist&#195;&#402;&#194;&#179;ria Nove</dc:creator>
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Entre os s&#233;c.xv e xvIII v&#225;rios pa&#237;ses europeus formaram grandes imp&#233;rios coloniais. A partir do fim do s&#233;c. xvIII o colonialismo europeu come&#231;a a recuar com a independ&#234;ncia, 1&#186;, dos E.U.A., e seguido da independ&#234;ncia das col&#243;nias espanholas da Am&#233;rica do sul.
O imperialismo europeu manifestou-se , sobretudo, na ocupa&#231;&#227;o de novas col&#243;nias na &#193;sia e &#193;frica. Agora as grandes pot&#234;ncias instalaram-se em pa&#237;ses politicamente independentes mas com uma economia subdesenvolvida. Nesses pa&#237;ses n&#227;o existia dom&#237;nio directo nas col&#243;nias mas estes arranjavam sempre forma de meter os governantes que mais lhes convinha, de modo a explorar as riquezas naturais, a m&#227;o de obra e os mercados . Al&#233;m da domina&#231;&#227;o econ&#243;mia-financeira e da domina&#231;&#227;o politica, estes territ&#243;rios ficavam tamb&#233;m sujeitos ao dom&#237;nio cultural. Este dom&#237;nio cultural era bastante perturbador para os naturais. Podia-se considerar ent&#227;o um pouco de racismo pois estes eram sujeitos ao que n&#227;o era de sua natureza. Partia-se do principio que os povos europeus eram melhores que nos ditos &#8220;n&#227;o brancos&#8221;, ou seja, mais uma forma de racismo. 

Jo&#227;o Ferraz
Tiago Teixeira


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      <title>Portugal e o mapa cor-de-rosa</title>
      <description>&lt;img src="http://historianove.podOmatic.com/mymedia/thumb/36459/0x0_660298.png" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;O texto que vais ouvir inclui um conjunto de palavras"intrusas" prejudicando o sentido l&#243;gico da mensagem.

Regista as palavras "intrusas".

Apesar dessas palavras n&#227;o serem &#250;teis neste texto v&#227;o ajudar-te a construir um outro texto com l&#243;gica. O resultado desse novo texto deve transmitir uma mesagem coerente sobre o dom&#237;nio de territ&#243;rios coloniais pelos europeus, juntamente com outras palavras tuas!</description>
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      <pubDate>Fri, 01 Sep 2006 12:42:55 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2008-06-16</dcterms:modified>
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