October 27, 2006 06:55 AM PDT
September 24, 2006 12:08 PM PDT
O texto que se segue é apenas uma das propostas possíveis que utiliza as palavras intrusas para a construção de um novo texto relativo ao imperialismo e colonialismo no século XX.
O crescimento industrial conduziu as potências europeias industriais a uma corrida pela posse de novos territórios, onde procuravam obter: matérias-primas mais baratas para alimentar a sua indústria; novos mercados para onde pudessem escoar o seu produto; e novas possibilidades e investir capitais na criação de indústrias e na construção de infra-estruturas. Os seus investimentos visavam fomentar a expansão do comércio.
Foi desta forma que as potências industrializadas tomaram a decisão de ocupar novos territórios e exercer a sua influência sobre outros países em África, na Ásia e na América. A corrida pela posse de colónias teve, para além de motivações económicas, outras razões: o reforço do poder militar e estratégico; a ideia de superioridade da raça branca que justificava a “missão civilizadora” dos europeus em relação a outros povos que consideravam menos desenvolvidos, ou mesmo inferiores; e a possibilidade de, pela ocupação dessas regiões, criar melhores condições de vida a uma população europeia em crescimento, que optava pela emigração.
Os europeus entendiam-se civilizados e tinham uma visão racista, porque entendiam-se superiores aos homens de raça negra. O domínio dos europeus em África conduziu a profundas desigualdades sociais.
Nos finais do século XIX e inícios do século XX, o imperialismo europeu exerceu-se, essencialmente, em África. Também Portugal se encontrava na corrida em busca de novas áreas de influência.
Com a realização da Conferência de Berlim (1884/1885) onde ficou decidido o novo direito colonial, segundo o qual a ocupação efectiva de um território substituía o direito histórico de descoberta, Portugal procurou formas de defender estas colónias, dado ter em 1822, perdido a colónia do Brasil. Assim, foram realizadas expedições de exploração do interior de África e em 18901 a Sociedade Portuguesa de Geografia apresenta o chamado mapa cor-de-rosa, ligando Angola a Moçambique.
A Inglaterra reage pois interessava-lhe aquela zona central – Chire – livre para passar do Cairo ao Cabo (colónias inglesas). Desta feita, a Inglaterra envia um Ultimato a Portugal obrigando-o a retirar as suas tropas das regiões do Chire, vendo-se obrigado a ceder pois não podia tinha condições de entrar em guerra com Inglaterra.
Professora Sónia Cruz
September 21, 2006 11:10 AM PDT
Entre os séculos XV e XVIII, vários países europeus, como Portugal, Espanha, Holanda, França e Inglaterra, formaram grandes Impérios coloniais. Foi a primeira fase do colonialismo europeu no mundo. A partir do fim do séc. XVIII, porém, o colonialismo europeu parecia começar a recuar, primeiro com a independência dos EUA, e depois com a independência das colónias espanholas da América do Sul e central. Todavia, no séc. XIX, o rápido crescimento do capitalismo das indústrias e financeiro fez com que os países mais industrializados procurassem não só alargar os seus territórios das colónias, como reforçar o domínio sobre os países mais desenvolvidos. A esse esforço de expansão territorial e dominação económica e política que se chama Imperialismo.
O imperialismo europeu manifestou-se sobretudo pela ocupação de novas colónias na Africa e na Ásia. Além disso, as grandes potencias, instalaram-se também em países politicamente independentes, mas economicamente subdesenvolvidos. Nesses países, embora não tendo domínio político como nas colónias, os dominadores encontravam maneira de colocar no poder os governantes que mais lhes convinham. Por isso o interesse nessas colónias, pois podiam explorar riquezas naturais, mercados, e matérias-primas muito acessíveis.
Alem da dominação económico-financeira, e politica, tal como descrevemos anteriormente, também havia a dominação cultural.
Ou seja, os colonizadores impunham a sua língua, costumes, e religião, ás suas respectivas colónias. Mas, apesar destas imposições, mantinham uma actividade racista sobre estes povos, ou seja sobre os colonos.Isto, como é óbvio, por a maior parte das vezes, serem de cor diferente, e também por considerem que, os povos e a civilização Europeia eram superiores a todas as outras.
Ana Pedro
Ana Judite
September 21, 2006 05:57 AM PDT
A Europa tinha uma capacidade económica superior aos outros continentes.
Essa superioridade devia-se sobretudo ao rápido enriquecimento provocado pela industrialização e ao domínio colonial sobre extensas zonas do mundo. Portugal era dos países Europeus mais fraco em relação á economia.
A partir dessa altura começou a procura de colónias pois não serviam só para escoar os seus produtos mas também para adquirir matérias-primas.
Os Europeus consideravam-se superiores a pessoas de raças negra porque possuíam antagonismos.
Como os países Europeus estavam todos interessados nas colónias pois também queriam expandir os seus territórios então realizou-se a conferência de Berlim onde os países tomaram a decisão de que as colónias eram do país que tivesse uma forte autoridade e não o que as descobriu.
Portugal não ficou nada agradado com a decisão da conferência pois não tinha meios que lhes permitisse enviar tropas para as colónias mas o facto era que também não tinham armamento para se defenderem.
Então Portugal mandou emigrar alguns portugueses para as colónias e mandou também duas expedições para conhecer melhor o território.
Com as expedições feitas aos territórios Portugal manda fazer um mapa onde mostra as suas colónias que é o chamado mapa cor-de-rosa. E enviou-o a todos os países Europeus.
O país que não ficou satisfeito foi Inglaterra pois Portugal juntou as duas colónias e assim sendo a Inglaterra para comercializar do Norte para o Sul de África tinha que pagar taxas a Portugal. Então enviou um ultimato a Portugal dizendo para retirar as suas tropas das regiões do chire. Portugal iniciou um diálogo com Inglaterra para tentar chegar a um acordo. Tal não aconteceu e viu-se obrigado a ceder pois não podia entrar em guerra com Inglaterra pois na realidade não tinham armas nem meios para a batalha.
Gonçalo Martins
João Filipe
September 21, 2006 05:55 AM PDT
Os países Europeus com uma indústria subdesenvolvida tinham o domínio de algumas colónias. Estas regiões eram um negócio rentável para o mercado europeu pois mandavam para lá muitos produtos diferentes. Estes produtos consistiam nas mais diversas matérias – primas que ajudavam a Europa a manter a sua hegemonia.
A maioria dos habitantes dessas colónias eram de raça negra e os povos Europeus tratavam-nos com desigualdade tendo uma visão racista destes povos.
A extrema riqueza da Europa era também devido ao investimento por parte dos governantes na expansão colonial.
Portugal era também um dos países Europeus que apostava fortemente no comércio colonial, tendo em sua posse Angola e Moçambique. Portugal era tratado com antagonismo por parte dos ingleses. Estes tinham interesse nesta zona pois precisavam deste território que era denominado mapa cor-de-rosa, pois para passar por ele teriam que pagar impostos. Face a isto os Ingleses lançaram um ultimato a Portugal que iria ceder devido ao seu inferiorizo em relação à Inglaterra.
Francisc o
Diogo
September 20, 2006 03:44 PM PDT
No fim do século XIX, Portugal mantinha um grande império colonial, apesar da concorrência das outras grandes potencias.
Assim possuía no continente Africano, as colónias de Cabo Verde, Guiné, S. Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique e na Ásia destacamos o Estado da Índia (Goa, Damão e Diu), Macau e Timor.
Mas na realidade de todos esses territórios os mais enriquecidos eram Angola e Moçambique, contudo em Angola e em Moçambique vivia apenas um pequeno numero de habitantes onde estavam todos aglomerados no litoral.
De facto Portugal tanto tinha pouca população para habitar em suas colónias como também tinha pouca matéria-prima.
A independência do Brasil, em 1822 fez com que Portugal continuasse a lutar pelas suas colónias do continente Africano (o Marques Sá da Bandeira foi um dos defensores da politica do Brasil). Nesta altura como nos descobrimentos houveram muitas expedições para abrirem o caminho a colonização, as expedições mais conhecidas são: o capitão Serpa Pinto e a Marinha Carpelo Ivens.
A 26 de Fevereiro de 1885, entre a França, a Espanha, Estados Unidos,
Grã-bretanha, Itália, Países Baixos, Portugal, Rússia, Suécia, Noruega e
Turquia todos estas grandes potencias pretendiam alargar os seus territórios e no entanto todas participaram na Conferencia de Berlim.
Esta conferência definiria o princípio da ocupação efectiva. Em 1885 e 1890 Portugal enviou população para ocuparem os territórios de Angola e Moçambique para ocupar a vasta zona que existia entre as duas colónias, mas este projecto ia contra as ideias da Inglaterra que pretendia passar pelo do Cairo do Cabo.
Em 1890 a Inglaterra obrigou Portugal a recuar na sua decisão abandonando aquelas regiões fazendo a Portugal um ultimato.
O Governo Português foi obrigado a ceder, o que provocou um abalo profundo na opinião publica portuguesa.
No ano de 1891 Portugal e Inglaterra fixaram fronteiras entre Angola e
Moçambique onde se mantiveram ate aos nossos dias.
Pedro
Flávio
September 20, 2006 03:42 PM PDT
No século XIX o capitalismo industrial e financeiro cresceu rapidamente fazendo com que os países mais industrializados procurassem alargar os seus territórios coloniais e reforçar o domínio sobre os países menos desenvolvidos. Este interesse de expansão territorial e de dominação económica e política foi denominado de imperialismo. A politica imperialista acentava na obtenção de matérias-primas a baixo preço, em investimentos rentáveis e na criação de novos mercados para esquar os produtos industriais. Com esta politica procurava-se também encontrar destinos para a emigração dos países europeus, que se encontravam em franco crescimento demográfico. Com o imperialismo europeu, foram ocupadas novas colónias na África e na Ásia e as grandes potências instalaram-se em países politicamente independentes, mas economicamente subdesenvolvidos. Os dominadores desses países encontravam maneira de colocar no poder os governantes que mais lhes agradavam, de forma a explorar as riquezas naturais das regiões, a mão-de-obra e os mercados, embora não tendo domínio político directo como nas colónias. Os colonizadores impunham a sua língua, a sua religião e a sua cultura de origem europeia aos povos colonizados, pois achavam-se mais civilizados o que levava a crer que os povos e a civilização da Europa eram superiores aos povos não brancos e as suas manifestações de cultura, o que fazia com que na realidade se tratasse de um preconceito racista.
Os países europeus mostravam um elevado interesse pelo continente africano a partir de 1850 realizaram-se várias viagens de exploração sendo percorridas no interior de África grandes extensões desconhecidas dos europeus. Em 1885, na conferência de Berlim, após dialogo entre as principais potências europeias, tomou-se a decisão de repartir a África entre si, comprometendo-se a ocupar de facto esses territórios. Esta medida reforça o favorecimento dos países mais poderosos, atingindo assim o auge da sua hegemonia.
No final do século XIX, Portugal mantinha ainda um extenso império colonial, apesar da concorrência das grandes potências de todos os territórios que possuía, os mais ricos e extensos eram as colónias africanas de Angola e Moçambique. Como consequência da conferência de Berlim, acabaram por entrar em cheque os interesses dos portugueses e as pretensões sobertudo da Alemanha e da Inglaterra, pois Portugal não tinha qualquer presença em muitos dos espaços que reivindicava. De 1885 a 1890, foram enviadas algumas expedições militares para Angola e Moçambique com a intenção de ocupar a vasta zona entre as duas colónias. Em 1890, os ingleses obrigaram Portugal a abandonar aquela zona sob a ameaça de um ultimato que ordenava que todas e quais quer forças militares portuguesas que se encontrassem no Chire (território entre a Angola e Moçambique), se retirassem.
Portugal viu-se obrigado a obedecer a esta ordem, pois sentia-se inseguro e impotente relativamente às armas que possuía e à impossibilidade de diálogo.
Rita ; Ricardo ; Patrícia
September 20, 2006 03:41 PM PDT
Era uma realidade que as potências industrializadas tinham interesse em ficar com as colónias, para poderem exportar os seus produtos!
Em África, foram reveladas enormes potencialidades sobretudo pela abundância em matéria-prima e pela mão-de-obra excessiva e mais barata, o que despertou o interesse nos países europeus industrializados.
Este era um negócio rentável, pois os países industrializados aproveitavam-se de forma racista das civilizações africanas.
O imperialismo foi fundado pela Europa mas no entanto também os Estados Unidos entraram na corrida imperialista, passaram a exercer domínio sobre o Hawai, Porto Rico e as Filipinas, e controlando Cuba. O Japão obteve extensos territórios em ambos os países, alargando, assim, a sua área de influência económica e militar.
Eram cada vez mais os países interessados em dominar colónias! As pretensões dos Portugueses entraram em choque com as da Inglaterra e as da Alemanha. Em 1891 Portugal e Inglaterra assinaram um tratado e fixaram as fronteiras de Angola e Moçambique que se mantiveram quase sem alterações até hoje!
Filipa, Marta e Gonçalo Gomes
September 20, 2006 12:35 PM PDT
No fim do século XIX, Portugal mantinha um extenso imperialismo colonial, apesar da concorrência das grandes potências.
Na realidade, o nosso país usava grande parte dos seus investimentos no alargamento do território.
De todos os territórios do continente africano, os mais ricos e extensos eram as colónias africanas de Angola e Moçambique.
A raça africana possuía uma vasta economia em matérias-primas e uma alargada cultura em riquezas, porém este continente seria na mesma subdesenvolvido.
A independência do Brasil fez com que surgissem projectos para um melhor aproveitamento dos diferentes mercados coloniais africanos e do seu comércio.
Realizaram-se dezenas de expansões de exploração em direcção às regiões do interior.
Das expedições mais famosas destacou-se o aclamado capitão Serpa Pinto e os oficiais governantes da Marinha Capelo e Ivens.
Como consequência da Conferência de Berlim, acabaram por entrar em choque o interesse português e as pretensões de outros países europeus, sobretudo da Alemanha e da Inglaterra.
Em 1890, os ingleses tomaram a decisão de obrigar Portugal a abandonar aquela zona (do Cairo ao Cabo) sob ameaça de um ultimato, onde existia uma grande rivalidade (antagonismo).
No ano seguinte, um tratado entre Portugal e Inglaterra fixou as fronteiras dos países civilizados: Angola e Moçambique.
No seguimento de esforço de ocupação dos territórios africanos a que se julgava com direito, Portugal elaborou um mapa (mapa cor-de-rosa) para apresentar a alguns países aliados.
A hegemonia da Inglaterra opôs-se a esse projecto de alargamento territorial e enviou a Portugal o famoso ultimato, em que fazia diversas ameaças à sua independência, a usar as suas armas contra os soldados portugueses caso estes, não se retirassem imediatamente da zona de emigração (Moçambique e Angola).
O Governo português foi obrigado a ceder, o que provocou atitudes racistas na opinião pública portuguesa.
Trabalho realizado por: Margarida, Márcia, Vera
September 20, 2006 11:23 AM PDT
No final do século XIX, a Europa vivia a sua hegemonia, tendo assim uma
grande capacidade económica. Essa superioridade devia-se, sobretudo, aos
diferentes mercados criados nas regiões de raça negra que nos forneciam
matérias-primas; os grandes países Europeus exploravam de forma racista as
diferentes civilizações africanas. Esta noção imperialista tornava o produto
muito rentável pois a mão de obra nesses países era excessiva e muito
barata.
Essas colónias perderam toda a sua independência á custa do domínio da visão
imperialista do governo que tomou a decisão de criar uma só cultura e
religião causando um choque, pois o estilo de vida dessas duas raças era
diferente.
Em 1885, a França, Espanha, Estados Unidos, Grã-Bretanha, Itália, Países
Baixos, Portugal, Rússia, Suécia, Noruega e Turquia fizeram um progresso
assinando um tratado que aclamava que todos os países, sempre que ocupavam
novas colónias tinham de pedir autorização aos restantes países para as
poderem povoar e explorar, fazendo investimentos rentáveis. A emigração
tornou-se obrigatória pois se não povoassem as colónias essas passariam a
ser de quem as povoasse.
A realidade de Portugal, no início do século XX, não era muito favorável
pois a concorrência dos imperialismos dos países europeus viu-se obrigado a
expandir-se juntando Angola, Moçambique e Chire alargando o sei territorio,
o obejectivo de que o seus comercio começa-se a amumentar.
Mas a Grã-bertanha não concordava com tal desisão, enviando um ultimato a
Portugal, se não abandonasse mos as terras de Chire partiriam para um
guerra.
Portugal não estava pronto para um batalh ea desigualdade era
segnificativa sem os seus exercitos reforçados viu-se obrigado a abandonar
Chire.
Jó
Bárbara
September 20, 2006 11:22 AM PDT
Devido á vaga imperialista os países europeus que estavam mais subdesenvolvidos começavam com a cobiça pelas colónias. Este interesse nas colónias era na realidade uma conquista rentável pois iriam servir para o escoamento dos produtos que as metrópoles tinham em sobrecarga. Neste momento os países europeus estavam na sua hegemonia industrial. Alguns países europeus estavam superiores quanto ao desenvolvimento industrial de outros países. Os mesmos estavam interessados no domínio das colónias para poder fazer os seus investimentos, retirar matérias-primas e aumentar a sua riqueza, aumentar o seu comércio e zonas de mercados. Os países europeus tinham os seus antagonismos quanto aos da raça negra proibindo a sua cultura e manifestações, pois achavam que os únicos cidadãos civilizados os brancos. Isto era uma atitude racista pondo assim a raça branca em desigualdade para com a raça negra. Mas isto era só um aparte, o que interessa é que neste momento os países europeus e não só estavam numa concorrência económica e para isso queriam a expansão das colónias. Para isso as metrópoles enviavam homens com algum poder (podendo assim chamar-lhe emigração) para as colónias deforma a que ficassem seus governantes deforma a que as colónias fossem dominadas para favorecerem as metrópoles. Neste momento todos os países andavam á conquista de novas regiões. Neste momento Portugal possuía Angola, Moçambique e não naquela altura mas actualmente ele também possuía Zâmbia. Portugal tinha uma visão expansionista quanto as colónias como todos os países tinham. Os britânicos possuíam uma colónia que ficava para lá das nossas duas colónias portuguesas e para passarem para a deles teriam que passar pela nossa e assim pagar-nos uma taxa e eles não queriam isso. Então mandaram um ultimato a Portugal que retirasse as suas tropas dela imediatamente. Portugal não tendo grande reforço de armas e também não querendo entrar em guerra com os britânicos tomou a decisão de se retirar. Podemos dizer que os britânicos nem nos deram uma hipótese de diálogo deram nos cerca de uma tarde para tomar a decisão, e acho que Portugal tomou a decisão correcta após os britânicos terem aclamado o ultimato. E no fim assim ficou Portugal perdendo as suas boas colónias.
Luciano André
Tiago Lima
September 20, 2006 11:19 AM PDT
Nesta época, de ocupação de colónias para o escoamento dos produtos ou matérias-primas, Portugal sofreu a pressão da concorrência de países europeus que ao nível das indústrias eram na realidade muito superiores. Os países Europeus tinham como objectivo reforçar a economia que se baseava na riqueza realizando a expansão pelas regiões coloniais. Estes países tinham como obrigação expandir a sua cultura e princípios. Um dos problemas destes países era a sua actuação racista em relação à raça negra por possuírem grandes antagonismos.
Como a Inglaterra queria uma ligação entre as suas duas colónias para obter comércio sem pagar impostos tomou a decisão de enviar um ultimato a Portugal. Foi assim aclamado através do diálogo entre as duas nações que Portugal abandonaria o chire ficando só com Moçambique e Angola.
Nuno Ferreira
Loic Santos
September 20, 2006 04:03 AM PDT
Colonialismo e imperialismo modernos
Entre os séc.xv e xvIII vários países europeus formaram grandes impérios coloniais. A partir do fim do séc. xvIII o colonialismo europeu começa a recuar com a independência, 1º, dos E.U.A., e seguido da independência das colónias espanholas da América do sul.
O imperialismo europeu manifestou-se , sobretudo, na ocupação de novas colónias na Ásia e África. Agora as grandes potências instalaram-se em países politicamente independentes mas com uma economia subdesenvolvida. Nesses países não existia domínio directo nas colónias mas estes arranjavam sempre forma de meter os governantes que mais lhes convinha, de modo a explorar as riquezas naturais, a mão de obra e os mercados . Além da dominação económia-financeira e da dominação politica, estes territórios ficavam também sujeitos ao domínio cultural. Este domínio cultural era bastante perturbador para os naturais. Podia-se considerar então um pouco de racismo pois estes eram sujeitos ao que não era de sua natureza. Partia-se do principio que os povos europeus eram melhores que nos ditos “não brancos”, ou seja, mais uma forma de racismo.
João Ferraz
Tiago Teixeira
September 01, 2006 05:42 AM PDT
O texto que vais ouvir inclui um conjunto de palavras"intrusas" prejudicando o sentido lógico da mensagem.
Regista as palavras "intrusas".
Apesar dessas palavras não serem úteis neste texto vão ajudar-te a construir um outro texto com lógica. O resultado desse novo texto deve transmitir uma mesagem coerente sobre o domínio de territórios coloniais pelos europeus, juntamente com outras palavras tuas!